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Estado das plantas na Colônia

Muitos destes colonos emigraram, há 22 anos, para o outro lado de Desterro, São Pedro, e dali foram se dispersando. Eram pobres e tiveram que enfrentar grandes dificuldades. Quem, agora, os visitar em suas prósperas Colônias, terá de reconhecer que o Colono laborioso encontra aqui, aquilo que desejou: uma vida modesta, porém farta. Uma propriedade que dificilmente teria conseguido em sua velha e cansada pátria, conquistada pelas próprias mãos e mais ainda, a esperança de um futuro despreocupado com a perspectiva segura de uma velhice tranquila. (p.72)

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Ampliação da Colônia

Quando o impacto das péssimas impressões dos primeiros dias foram superados, fizeram-se visitas à Colônia, e chegou-se à conclusão de que, para o curto tempo de existência, já se havia feito alguma coisa de útil. Schrödolândia não tinha aspecto de cidade, vila ou coisa parecida, mas que importa o nome?

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BATATINHA O alemão em geral é habituado com batatinha em sua casa. Daí, a falta que o colono tem sentido dela. Contudo a direção conseguiu, no ano passado, boas sementes. A maioria dos colonos, porém, levou à panela parte das que deviam ir para a terra. Uma colheita, embora de inferior qualidade, foi feita pelos portugueses, na olaria. (p.80)

Introdução

Nos livros, juntam-se as coisas mais agradáveis e interessantes. Porém as desinteressantes, que compõem o quotidiano e se encontram nas entrelinhas, sobre isso eles calam. Finalmente, vêm aqueles à procura de aventuras e do imprevisto. Estes sim, podem encontrar plena satisfação. O que para uns representa desenganos e motivo de desespero, para outros, na maioria das vezes, é acontecimento natural, pois a vida tem um colorido completamente diferente. Seria de desejar-se aos jovens que, em Paris, Londres e outras cidades grandes, gastam milhões sob rubrica de "Educação e Aperfeiçoamento" encetassem viagem à América e viessem aprender em contato com a natureza.  (p.7-8)